Artigos, Placas-Mãe

[Review] B450 Aorus M

Olá pessoal, tudo bem?

Nesse review irei analisar a B450 Aorus M, que é uma placa-mãe AM4 de baixo-custo no formato mATX da Aorus, que trata-se da marca “Premium” da GIGABYTE cujo nome e logomarca foram inspirados pelo antigo deus egípcio Hórus, que era representado por um homem com cabeça de falcão. Em relação a placa-mãe, estamos falando de uma placa com 4 slots de memória com chipset B450, o que significa que temos a disposição suporte a USB 3.1, NVMe, SATA RAID e também permite overclock no CPU.

Em relação a caixa, a Aorus adotou um grafismo com o falcão estilizado que da “cara” a marca e na parte de trás, temos uma foto da placa com as suas especificações e destaque a alguns features como o dissipador M.2 integrado, VRM, interface para ajuste de iluminação RGB, LAN exclusiva dentre outros.

Sobre os acessórios que acompanham a placa, temos 2 cabos SATA, I/O Shield, manual, DVD com os drivers e parafuso. Esse meio que é o kit “padrão” para essas placas dessa faixa de preço, porém, seria interessante se a placa acompanhasse 4 cabos SATA ao invés de 2, já que esse é o número de portas que esse modelo possui.

Da placa, o PCB da mesma é preto com esses grafismos cinza e aparentemente não apresenta nenhuma temática em especifico. A primeira vista também é possível destacar o dissipador “Aorus” utilizado no B450/M.2 e por fim a que foi utilizado no VRM que curiosamente, cobre apenas três das quatro fases destinadas a alimentação dos cores (VDDCR) sendo que as outras três fases destinadas ao SoC (VDDSOC) ficaram sem dissipador, algo que veremos com mais cuidado adiante.

Sobre o layout da placa, de forma geral é bem pensado, com as fan headers bem distribuídas, slot M.2 que apesar de ser posicionado em um lugar não ideal possui o dissipador para servir de “buffer” e manter a temperatura do NVMe sob controle mesmo quando se estiver usando um GPU dedicado que desligue o seu fan em idle, jumper clearcmos bem posicionado e quatro “debug leds”, que são de grande ajuda na hora que as coisas resolvem não funcionar a contento. O único deslize que encontrei foi o fabricante ter optado por utilizar slots de memória com trava dos dois lados, o que dificulta a remoção dos pentes caso exista uma placa de vídeo relativamente longa instalada no primeiro PCI-E.

Em relação ao conector M.2, o mesmo suporta NVMe com PCI-E 4X nos CPUs Ryzen e 2X nas APUs Bristol Ridge. A Aorus também oferece quatro portas SATA 6Gbps e que sempre são funcionais, independente de estar usando um SSD M.2 ou não.

Como disse anteriormente, o fabricante optou por oferecer um dissipador para o M.2, então caso for usar uma unidade dessa, é necessário remover essa peça para tirar o plástico protetor da interface térmica, caso contrário, você certamente encontrará problemas de temperatura com o seu SSD M.2. 😉

O codec de áudio utilizado é o Realtek ALC892, onde o mesmo está montado em uma camada isolada do PCB e também 4 capacitores eletrolíticos para fazer a filtragem do sinal de áudio. Não existe nenhum AMP-OP ou coisa do tipo e a LAN utilizada é uma gigabit do mesmo fabricante.

Sobre o espelho traseiro, temos 2 portas USB 2.0, 6 portas USB 3.0, uma PS/2, LAN, saídas de vídeo DVI e HDMI e painel de som com 6 conectores, o que está considero bom para uma placa de baixo-custo.

Em relação ao dissipador do VRM, a Aorus optou por usar uma peça de alumínio que possui algumas aletas nas laterais e no topo. Do ponto de vista da fixação, foram empregados umas presilhas plásticas um pouco diferentes dos tradicionais modelos com mola que costumamos ver em placas de baixo custo e aparentemente fazem bem o seu trabalho, ao menos se julgarmos pelo “relevo” dos mosfets no thermalpad.

A respeito do VRM, como disse anteriormente, a Aorus optou por usar um arranjo de 4+3 (VDDCR+VDDSOC) fases tendo sido adotado o controlador Intersil ISL95712 que permite o controle de até 4 fases para o VDDCR e 3 no VDDSOC sem o uso de doublers para manter o acionamento independente das fases, portanto, todos sinais PWM gerados estão sendo utilizados aqui.

Para as 4 fases do VDDCR, os mosfets utilizados são os OnSemi 4C10N (high side) e dois OnSemi 4C06N (low side) por fase, sendo que os 4C10N suportam uma corrente máxima de 46A @ 25ºC e 34A @ 85ºC e possuem um Tr (tempo de subida) de 26ns e Tf (tempo de queda) de 4ns, o que é algo razoável do ponto de vista das perdas de chaveamento, enquanto os 4C06N apresentam rds(on) @ Vgs = 10V de 4mΩ, o que é algo “meia boca” mas que deve ser reduzido pela metade por termos dois mosfets de baixa em paralelo nesse design. Nas 3 fases para o VDDSOC, são adotados os mesmos mosfets porém usando apenas um 4C04N na baixa, o que significa que a eficiência dessas fases é menor, porém, a carga que elas devem alimentar também o é, e isso implica (ao menos em tese) que isso não deve ser um problema tão grande nesse caso.

Para uma carga de 100A no VDDCR, a dissipação desse VRM deve ficar na casa dos 15W, o que deve requerer refrigeração ativa ou um dissipador um pouco mais robusto para manter a temperatura em níveis aceitáveis, entretanto, como disse anteriormente, uma das fases do VDDCR está posicionada logo acima do pcb ao lado das fases do VDDSOC e portanto, sem qualquer dissipador, o que talvez possa representar um problema ao usar CPUs 105W ou em gabinetes com projeto ruim/ventilação inadequada que “prendem” ar quente nessa região da placa. Na imagem editada abaixo, inclui uma legenda mostrando “o que é o que” nesse VRM.

No estágio de filtragem, temos dois indutores por fase, capacitores de 560uF 6.3V na saída, enquanto que na entrada, a Aorus empregou três capacitores de polímero de 270uF 16V economizando um indutor nesse estágio. Nesse aspecto, acredito que o fabricante poderia ter feito um trabalho melhor sem ao menos aumentar o custo da placa, por exemplo, não existe a necessidade de se usar dois indutores em paralelo na saída, podendo ter substituído essa “dupla” de componentes por fase por apenas um, afinal de contas, ao se associar indutores em paralelo a sua indutância cai pela metade, tal como a sua impedância (o que é uma das poucas vantagens desse arranjo para conversores DC-DC Buck e no final das contas, ainda é um benefício pequeno), o que implica que esses dois indutores poderiam ter sido substituídos por apenas um com especificações adequadas à aplicação, também poderiam ter utilizado capacitores de 820uF 2.5V juntamente a mais alguns capacitores cerâmicos, pois como bem sabemos, capacitores com diferentes compostos respondem de forma diferente em relação a frequência e possuem características de ESR/ESL diferentes.

O VRM das memórias é de apenas uma fase, utiliza o controlador RT8120D, dois mosfets 4C06N de baixa e um 4C10N de alta com capacitores de 560uF 6.3V e um indutor 1R0 (1uH) na saída, o que é suficiente para a alimentação das memórias, cujo consumo é bastante baixo. Caso alguém tenha interesse em fazer o vmod para ir além dos 1.5V que são oferecidos pela bios da placa, basta soldar um VR de 20kΩ do pino 6 do RT8120D para o terra (GND), lembrando que qualquer modificação na placa anula a garantia da mesma.

Em relação a interface de UEFI, ela é bastante simples e torna-se intuitiva após algum tempo de uso. Os ajustes para overclock estão localizados na aba M.I.T e é oferecido o suficiente para que se consiga fazer overclock a nível de uso diário. Caso esteja usando um CPU Ryzen de 3ª geração, existe ainda um menu “AMD Overclocking” perdido na aba dos periféricos, onde é possível alterar várias tensões como VDDCR/VDDSOC sem precisar recorrer aos ajustes em forma de offset, VDDG/VDDP e FCLK, sendo que as opções disponíveis nesse menu são uma grande mão na roda e claro, a Aorus poderia ter feito algo melhor aqui e ter disponibilizado essas logo no menu M.I.T enquanto usando um CPU de 3ª geração.

Um alerta importante que faço é que ao setar a tensão manualmente via menu “AMD Overclocking”, o outra opção de offset da placa passa a ser aplicado sobre esse novo valor definido, por exemplo, se você aplicar um VID de 1400mV e mantiver o offset em +0.300mV, a tensão do CPU será algo na casa dos 1700mV… Então tomem esse cuidado na hora de brincar com essas opções! 😉

Ainda sobre a BIOS, o fabricante tem feito um bom trabalho naquilo que diz respeito a regularidade das atualizações da UEFI, oferecendo uma versão AGESA 1002 (F40) com suporte razoavelmente funcional para os Ryzen 3000 logo em maio e no momento se encontra na bios F42a usando a versão 1003ABB que por exemplo, corrige os problemas com o Destiny 2 e em tese remove o suporte a PCIe 4.0 nessa placa, ainda que a opção esteja disponível na BIOS. Na galeria abaixo, trago uma série de capturas de tela da UEFI.

Entretanto nem tudo são flores e por algum motivo, conforme já relatado no artigo do lançamento do Ryzen 5 3600, após ter usado o CPU de ultima geração, a B450 Aorus M deixou de funcionar com os modelos antigos, parando sempre no debug led da VGA. A princípio imaginava que esse fosse um problema relativo a bios F40, apesar dos CPUs de 2ª geração estarem funcionando normalmente até antes de ter ligado o R5 3600, porém, tal comportamento persistiu mesmo após atualização da UEFI para as versões F41/F42a e infelizmente, não disponho de mais um exemplar diferente dessa placa para verificar se isso é um problema restrito apenas a essa unidade ou se é algo generalizado.

  •  Configurações utilizadas:

CPU: AMD Ryzen 5 3600 / AMD Ryzen 7 2700X (Obrigado AMD!)

MOBO: B450 Aorus M (bios F42a)

VGA: NVIDIA GeForce RTX 2080 (Obrigado NVIDIA!)

RAM: 2x8GB DDR4 G.Skill Flare X 3200 CL14 / 2x8GB DDR4 Patriot Viper Steel 4400 CL19 (Obrigado Patriot!) / 2x8GB Crucial Ballistix LT 3200 CL16

REFRIGERAÇÃO: Watercooler custom e IC Graphite Thermal pad

STORAGE: SSD Crucial BX300 120GB / Crucial BX500 240GB

EQUIPAMENTOS EXTRAS: Termômetro digital HDT 6002.

Software utilizado: Windows 10 x64 build 1903, AIDA64 6.00.5134 Beta, TM5 0.12, HWiNFO 6.10, 3DMark Fire Strike.

Objetivo dos testes: O objetivo desse artigo é verificar o quão bem a B450 Aorus M se sai naquilo que diz respeito a overclock de memória e além disso, testar a performance térmica da placa em condições de stress usando o Ryzen 5 3600.

Explicações acerca da metodologia adotada ou de como os testes foram conduzidos estão contidas nos textos que acompanham os resultados a seguir.

Resultados:

O primeiro passo aqui é testar até onde a B450 Aorus M consegue ir em termos de overclock de memória devido ao já conhecido impacto que isso trás no desempenho dos Ryzen e felizmente, tenho ainda alguns resultados que obtive usando o R7 2700X + bios F40 de antes de ter pego R5 3600, então, usando o Ryzen de 2º geração, o máximo que foi possível obter nas memórias com estabilidade foram 3333MHz tendo sido ainda possível bootar @ 3466MHz porém inviável para uso mesmo em benchmarks.

Já com o R5 3600, foi possível ir bem além disso por mérito do controlador de memória do CPU de 3ª geração, sendo possível chegar nos 3733MHz com estabilidade mesmo quando usando quatro pentes de memória conforme comentei no artigo do lançamento do R5 3600, porém, não foi possível ir muito além disso nem mesmo usando os pentes com Micron E-Die, que são bem mais “leves” pro controlador de memória do que as Samsung B-Die, não obtendo estabilidade @ 4000MHz. De todo modo, esses resultados obtidos estão dentro do esperado para uma placa-mãe de baixo custo e ao menos com o R5 3600, essa marcas já podem ser consideradas boas para aqueles que visam uso diário.

Algo que estava testando com o R7 2700X e que infelizmente não consegui concluir para elaborar um gráfico com as frequências por conta do inesperado problema que encontrei após ter usado o Matisse era a combinação do Precision Boost + Overclock via BCLK, que pelo menos para uso em benchmark estava permitindo atingir frequências na casa dos 4475MHz para single thread e algo entre 4.15GHz e 4.2GHz para multithread no R7 2700X, o que estava dando excelentes resultados em benchmarks como o 3DMark Fire Strike, onde esse ajuste me permitiu superar com alguma margem o melhor resultado que havia obtido anteriormente usando a RX Vega 64 Strix na C7H com frequência fixa no CPU. Segue abaixo o screenshot da supracitada run do Fire Strike.

https://hwbot.org/submission/4163442_noms_3dmark___fire_strike_radeon_rx_vega_64_22827_marks

Para verificar a temperatura dos circuitos de alimentação, instalei dois termopares com um thermal pad grudento na parte de trás da placa, na proximidade dos indutores do VRM devido ao fato de ali ser um “hot spot” por conta do ponto de solda, basicamente, algo muito parecido com o que o Buildzoid fez nesse vídeo e que se tomarmos como base a leitura “VRM” do HWiNFO, então existe ai um delta que varia entre 2~4ºC entre o software e o termopar. O sensor #1 se refere as fases do VDDCR cobertas pelo dissipador e o #2 a fase “pelada”. Para obter os resultados abaixo, utilizei o stress test do AIDA64 em suas configurações padrão durante 15 minutos e após isso registrei as leituras do gráfico da galeria abaixo, que se refere ao delta de temperatura (delta = temperatura obtida no termopar – temperatura ambiente).

Diante disso, é possível concluir que ao menos quando usando um CPU de 3ª geração e TDP de 65W, a B450 Aorus M nada de braçada e não apresenta nenhuma dificuldade ou mesmo necessidade do uso de refrigeração ativa (leia-se, a boa e velha gambiarra com o fan) no VRM. O que pode parecer curioso é que a fase sem dissipador apresentou temperaturas menores do que a com dissipador, porém, isso muito provavelmente se deve ao fato dessa região ter fluxo de ar ligeiramente maior do que a com dissipador devido a maior proximidade com o radiador da bancada e também da pouca carga exigida, afinal de contas, a telemetria da leitura de corrente do CPU @ 4300 1.375V apresentou uma média de cerca de 42A para os cores, o que não representa nenhum desafio para esse VRM.

Infelizmente não disponho de um CPU de 3ª geração com 2 CCDs e TDP de 105W para ver como essa placa se sai nessa situação e também não cheguei a fazer esses testes antes de ter usado o R5 3600 com essa placa, o que significa que infelizmente vou ficar devendo esses resultados dessa vez, entretanto, considero algo “sábio” usar um fan soprando no VRM caso pretenda usar um 2700X / 3800X / 3900X / 3950X com essa placa, afinal de contas, a corrente exigida é maior conforme se aumenta a core count e se essa leitura obtida para o R5 3600, que parece razoável e condizente com os resultados apresentados, puder ser levada a sério, o 3900X com algum overclock deve exigir algo próximo dos 100A em load e o 3950X deve beirar os 130A, o que inspira cuidados ao usar esses CPUs em uma placa-mãe de baixo custo.

Conclusão:

A B450 Aorus M apresentou resultados bastante razoáveis na hora de fazer overclock nas memórias, tendo atingido 3333MHz com estabilidade quando usando os CPUs de 2ª geração e 3733MHz mesmo com quatro pentes no CPU de 3ª geração, o que posso considerar uma marca bastante decente para aqueles que desejam montar uma máquina para uso diário com essa placa-mãe. Do ponto de vista do VRM, como era de se esperar, a Aorus foi muito bem enquanto usando um CPU 7nm com TDP de 65W, entretanto, caso for utilizar um CPU com TDP de 105W, em especial o 3900X e o futuro 3950X, considere usar um fan soprando no VRM.

Do ponto de vista de layout, a placa não apresenta maiores falhas sendo necessário apenas fazer a observação sobre os slots de memória, que poderiam ter sido usados daqueles que tem trava apenas em um dos lados. Em relação a UEFI, a interface não é das mais caprichadas, porém, é fácil de usar e rápido de se acostumar, porém do ponto de vista da usabilidade, algumas opções de overclock poderiam ter sido melhor distribuídas.

A única falha realmente grave que encontrei nessa placa foi o fato dela não querer mais funcionar com os CPUs antigos após ter usado o R5 3600 nela, sempre parando no debug led da “VGA” independentemente do CPU utilizado (exemplo: Athlon 200GE sem vídeo dedicado ou R7 2700X, tanto faz) e a principio imaginava que fazer a atualização da BIOS poderia resolver o problema, porém, isso não fez diferença alguma. Infelizmente não disponho de outro exemplar para verificar se esse problema é restrito a essa unidade em especifico ou generalizado, entretanto, fica o aviso para que caso isso venha a acontecer com mais alguém, não digam que eu não avisei. 😉

Em relação ao custo-benefício, o ultimo preço praticado para a B450 Aorus M foi de cerca de R$573, o que está na faixa de preço, ainda que próximo “do teto”, das placas AM4 com características construtivas semelhantes, leia-se, layout mATX, 4 slots de memória, chipset B450 e VRM com configuração semelhante. Se a ideia for montar uma máquina “custo-benefício” usando um Ryzen 3000, essa placa é uma opção a se considerar por conta do bom suporte de bios oferecido a esses processadores, mas de todo modo, se o que procura é preço, recomendo dar uma olhada nos concorrentes, porém, sempre procurando se informar a respeito de como anda o suporte aos CPUs de 3ª geração.

E por hoje é só! Dúvidas, críticas e sugestões são bem-vindas! Até a próxima!

26 comentários em “[Review] B450 Aorus M”

  1. Aconteceu esse bug comigo usando um processador ryzen 7 3700x com uma aorus x470 ultra gaming… Levei em um amigo que só mexe com essas coisas e não teve como arrumar mesmo colocando um CPU mais antigo, a placa sempre ficava com led da placa mãe ligado… Tô comprando uma x570 pra utilizar…. Se alguém já teve esse problema e conseguiu resolver me ajuda ai… Contato 66996253635 watts

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  2. Gian entre essa e uma MSI Tomahawk B-450 ou MSI Gaming Pro x470 qual tu compraria, olhando apenas pelos componentes, sem falar de preço =)

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      1. Obrigado mestre 😀
        Vou de Gaming Pro mesmo então, mas essa do video é a Pro Carbon, seria a mesma do modelo Gaming Pro?

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  3. Possuo a x470 Ultra Gaming juntamente com o Ryzen 5 3600X e esporadicamente ela reseta a BIOS, estou usando normalmente, desligo o PC e ao religar a BIOS está zerada, aí tenho que configurar tudo novamente.
    Também possuo este mesmo problema do processador, na primeira vez que a BIOS zerou eu coloquei o Ryzen 2600 que possuo de reserva e a placa ficou com o LED VGA aceso e não aceitou o processador.

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    1. Olá André,

      Muito obrigado pelo seu relato. Você já é a terceira pessoa relatando o problema da placa não funcionar com os CPUs antigos após usar um novo… Estou vendo com mais alguns amigos que tem placas Aorus para eles testarem lá e essa semana vou tentar entrar em contato com o fabricante para reportar o problema, vamos ver qual será o parecer deles. 🙂

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  4. Cara, era exatamente um review assim que eu tava procurando, tava com muita dúvida em relação a qual placa mãe m-atx pegar… Vou fechar a compra agora de uma b450m aorus e um r5 3600.. Tenho um kit de memória b-die 3200 cl14 e pretendo rodar elas em @3733 cl14/16 e meu 3600 em 4.2~4.3ghz dependendo da sorte com o silício. Novamente, ótimo review!

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      1. Giancarlo, Boa noite.
        Na bios não tem nenhuma opção que faz a função do LLC não? To tentando deixar meu 3600 aqui em 4.2~4.3ghz mas ta perdendo mta voltagem (não sei o termo técnico exato)… Cheguei a setar 1.45v mas quando começo os tests de stress depois de uns 10s o hwinfo64 ta relatando somente 1.39v e o pc reinicia… Oque você ajustou na bios pra fazer pra placa segurar os 4.3ghz á 1.375v no seu caso?

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      2. Olá Lismar,

        Boa parte das placas B350/B450 que usam o ISL95712 como controlador PWM não possuem ajuste de LLC, de todo modo, não observei aqui um vdroop tão agressivo assim.

        O que você pode fazer é setar um offset de +0.024V no CPU e ver se melhora um pouco a situação, claro, estou partindo do pressuposto que você está ajustando a tensão do CPU pelo menu “AMD Overclocking”.

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  5. ola eu comprei a placa mae B450 Aorus M com ryzen 7 2700 e queria fazer overclock mais ta bloqueado nao consigo mexer em nada poderia me ajudar Obrigado

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    1. Gian, x470 tuf asus com um R7 3800x é muito para essa mobo, pensando que só irei deixar em modo xmp na bios. O que acha?
      Memória de 2666mhz para 3200mhz a um salto de performance ou é besteira para essa nova geração ryzen?

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  6. Olá Giancarlo..tudo bacana ?
    Mais um excelente review e estou pensando nessa placa, pois meu sobrinho irá ao Paraguai e pensei em comprar especificamente por ser uma Micro ATX.
    Pretendo usar com um Ryzen 2700 e um leve ou médio overclock, o que acha ?
    Qual outra opção de Micro ATX me recomendaria ? é bom termos opção.
    Não gosto de jogos, mas trabalho com edição de vídeo, o que acarreta longo uso do processamento da CPU.
    Obrigado pela sua atenção

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    1. Olá Marcelo,

      Recomendo a MSI B450M Mortar, especialmente se conseguir encontrar a versão Max da mesma ou se possível, ir em alguma mobo ITX, pois atualmente parece existir uma tendencia de relegar o formato mATX a placas de baixo-custo, então, temos que a maior parte das placas ITX tendem a ser melhores que as mATX. 😉

      De todo modo, a B450 Aorus M deve atender para o R7 2700 stock e com OC caso mantenha algum fluxo de ar sobre a região do VRM. Se atente apenas ao problema que tive dos cpus de 1ª e 2ª gerações não funcionarem mais após ter usado o de terceira. Não parece ser um problema generalizado pelo que pude apurar, mas também não é algo exclusivo a minha amostra, como é possível ver ai nos comentários mesmo.

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      1. Obrigado pelo Feedback Giancarlo..
        Só estou em dúvida sobre a MSI, pois há uns 3 dias, montei o Ryzen 2700 em uma MSI B450 Gaming Plus (ATX), com 16Gb DDR4, SSD NVME XPG S11 e placa de video GTX 660.
        Acontece que o Boot está muito lento.
        Desde apertar o botão e a tela inicial do Windows, leva 36s. No meu PC antigo era uns 16s.
        Quando aparece a tela de login é até rápido, o negócio é quando liga o PC….fica praticamente uns 30s na tela preta, depois a tela de post e por fim o login do Windows.
        Li em algum fórum de fora que isso é natural da MSI.
        Por isso pensei em trocar de marca e aproveitar ir no padrão mATX, pois só estou achando gabinetes do meu gosto nesse formato.
        Daí quero uma placa-mãe razoável, nem onerosa mas que dê o Over de leve.
        Um conhecido comentou que esse boot longo pode ser minha placa de vídeo..quando colocasse uma nova, talvez uma GTX 1060 ou mesmo uma GTX 960 resolveria.
        É isso..obrigado pelas dicas..sempre bem vindas.

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  7. Só um complemento ao meu comentário acima.
    Por isso que gostaria de mudar de marca, caso esse boot lento seja característica da MSI. Não sei se em outro modelos há o mesmo sintoma.
    EU tenho uma Biostar x370GTN mas pretendo usar em outro projeto.
    Essa Aorus é interessante, mas caso tenha mais sugestões, agradeço…
    Obrigado pela gentileza em responder.

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    1. Sobre o boot lento, isso não ocorre nem na MSI B350I PRO AC que uso diariamente e nem na X470 Gaming Plus que testei recentemente, claro, pode ser que isso seja algo especifico da B450 que você tem, entretanto, acredito que seja alguma outra coisa que está deixando o post lento ai… Tentaria dar uma investigada depois para ver o que está causando isso. 😉

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      1. Pois é…
        Muito estranho isso.
        Já atualizei a BIOS e nada. O único detalhe que vi agora foi numa configuração da BIOS. Em um determinado item está em CSM e quando coloco para UEFI o PC dá um bip longo e pára numa tela para retornar á BIOS e voltar ao CSM.
        Confesso que desconheço o procedimento para resolver isso.
        Obrigado mais uma vez e desculpe ocupar esse espaço com meu caso.

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      2. Tente ir removendo os dispositivos não essenciais e ligando a máquina pra ver se muda alguma coisa no tempo do post, até chegar no minimo necessário (cpu + ram + vga). Se possível teste com outra VGA também.

        Em relação ao espaço, não tem que se desculpar, fique a vontade! 😉

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  8. Obrigado…
    acabei achando a solução que por sinal e como sempre, é algo simples :
    Li vários relatos em fóruns lá de fora e um usuários achou a solução com a simples alteração de itens na BIOS, que por default vem diferente.
    O boot passou dos 36s para 18s

    – Disable CSM (change to UEFI)
    – Enable ERP Ready
    – Disable Legacy USB Support

    (tip from me) Make sure you have latest AMD chipset driver installed.
    It works, my MAX motherboard now POSTs in few seconds and boot from M.2 SSD is very fast (14s BIOS time)
    Hope it works for you as well!

    É isso..esquentei a cabeça mas foi resolvido. Agradeço pelo espaço.

    Curtido por 1 pessoa

      1. Pois é…Ás vezes resolvemos situações mil vezes piores de forma fácil…e esse foi dor de cabeça…rsrsrsrs
        É verdade..pode ajudar alguém..
        Obrigado pelo espaço..
        Abraços

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