Review da MLLSE/Peladn RTX 3070 – Uma excelente placa, mas com uma ressalva.

Fala pessoal, beleza?

Nesse review irei analisar a MLLSE RTX 3070, que se trata de um modelo de média gama usando a arquitetura ‘Ampere’, que marcou sua estreia com os modelos RTX3090 e RTX3080 em setembro de 2020 e assim como esses modelos maiores, também traz consigo suporte a Ray Tracing e DLSS.

Da embalagem, muito diferente do que se vê nos produtos das grandes marcas, onde a caixa possui clara caracterização a respeito do modelo que está ali dentro e diferenciações relativas ao marketing do fabricante, aqui, a MLLSE utiliza uma simples caixa de papelão genérica, onde a única identificação do conteúdo é o “Graphics Card” escrito na parte frontal. Internamente, a caixa é forrada com espuma, o que cumpre bem o papel de proteger a placa no transporte.

Os únicos acessórios que acompanham o produto é um termo de garantia e um adaptador de força de 12-pinos para 2x 8-pinos.

O cooler utilizado é uma unidade 2.5 slots com três fans de 90 mm e possui iluminação RGB na parte frontal da carcaça. O comprimento da placa é de cerca de 32 cm, o que demanda certa atenção com o gabinete, apesar da maior parte das unidades modernas não terem problema com VGAs de tal comprimento.

O TDP é de 220W e ela utiliza apenas um conector de força de 12 pinos, o qual utiliza todos os contatos e está posicionado mais ao centro da placa por conta do PCB ser mais curto que o sistema de refrigeração.

É relevante observar que o fabricante real dessa placa é uma empresa chamada Peladn, a qual vende seus produtos para diversas marcas “famosas” no AliExpress, como a própria MLLSE, 51RISC, Jieshuo, entre outras.

No espelho traseiro, a MLLSE (Peladn) optou por oferecer 3x Displayport e 1x HDMI, o que está dentro do esperado para uma placa moderna como essa.

Sobre a garantia, infelizmente, a fabricante optou por incluir o “infame” lacre no parafuso da placa, o que é um ponto sensível caso alguém pretenda desmonta-la para fazer a limpeza/manutenção ou montar um water block ainda dentro do prazo de garantia, algo que conforme consta, é de 2 anos.

Cabe lembrar que por se tratar de um produto importado, o cumprimento dessa garantia torna-se uma incognita, além dos provaveis custos de envio de volta a China, que devem ficar por conta do comprador.

A respeito do dissipador utilizado, o fabricante optou por um design usando seis heatpipes que fazem contato com uma base, a qual faz o contato com a GPU e as memórias, onde essas ultimas utilizam “thermal pads” para realizar a troca de calor entre as superfícies. Sobre o “backplate”, ele é de metal e não possui “thermal pads”, portanto, tem apenas função estética e de dar maior rigidez a placa.

Sobre o PCB, como foi dito anteriormente, ele é bastante compacto e na parte da frente é possível ver a GPU GA104 com os oito chips de memória GDDR6, o VRM de nove fases para a GPU, uma fase para as memórias e o conector de força, enquanto na parte de trás, se encontram logo atrás do chip gráfico alguns capacitores responsáveis pela filtragem da tensão de saída do VRM, os controladores PWM da GPU e também o shunt responsável por medir a corrente exigida do slot PCI-E.

Cabe lembrar que esse PCB é virtualmente identico ao utilizado nas 3070 e 3060 Ti Founders Edition, onde nessa ultima, ele vem com menos fases para a GPU.

Assim com as demais GPUs Ampere, o GA104 também é fabricado pela Samsung em uma variante do seu processo de 8 nm otimizada para uso da NVIDIA, a qual é denominada “8N”, e possui die size de 392 mm². No caso da unidade testada, o chip foi fabricado na 50ª semana de 2020, o que indica que esse exemplar não possui LHR e muito provavelmente trata-se de um chip usado que foi reaproveitado pelo fabricante.

Os chips de memória GDDR6 são os Samsung K4Z80325BC-HC14 de 14 Gbps e densidade de 8 Gb, onde a página com suas especificações pode ser encontrada nesse link e como foi dito anteriormente, foram utilizados oito desses chips em um barramento de 256-bits perfazendo um total de 8 GB de memória.

Ao contrário da GPU, as memórias não possuem evidencias de uso anterior, apresentando coloração normal e numeração igual para todos os oito chips.

Em termos funcionais, a variante do GA104 utilizado na RTX 3070 é o GA104-300-KA-A1, que vem com 46 SMs ativados, o que corresponde a 5888 CUDA Cores, 184 TMUs, 96 ROPs, 184 Tensor Cores e 46 RT Cores, em outras palavras, em relação ao GA104 “inteiro”, que é utilizado na 3070 Ti, a 3070 vem com 2 SMs desativados.

Sobre o VRM da placa, são 9 fases para a GPU, onde foi adotado o controlador uP9512R. A respeito do estágio de potência, a Peladn optou por utilizar powerstages Vishay SiC653A, cuja corrente máxima suportada é de 50A, devendo ser mais que suficiente para alimentação dessa GPU, que exige cerca de 200A com overclock usando o Power Limit máximo permitido pelo fabricante (109%).

Já para as memórias, foram utilizados dois Sinopower SM7342EKKP, o que é suficiente, já que a corrente demandada ali é relativamente baixa.

No estágio de filtragem, foram utilizados vários capacitores de polímero de alumínio de 820uF montados na parte da frente e 4 SP-CAPs, que também são de polímero de alumínio, porém, em formato SMD, na parte de trás da placa. Os indutores utilizados nos estágios de alimentação da GPU são de 0.22uH.

Feitas as apresentações, vamos às configurações utilizadas e aos resultados!

Configurações utilizadas:

CPU: Core i9 12900K

MOBO: ASUS Maximus Z690 Apex (Obrigado Terabyteshop!)

RAM: 2x8GB Asgard Freyr T3 5200 CL36

VGA: MLLSE RTX 3070 8 GB (Obrigado Clayton Luis!)

STORAGE: SSD Somnambulist 240 GB + Kingston UV500 960 GB (Obrigado Terabyteshop!)

PSU: Antec Quattro 1200W

SOFTWARE: Windows 11 (NVIDIA 527.56), GPU-Z 2.52.0, 3DMark, Blender 3.4.1, Unigine Superposition, Shadow of Tomb Raider, Cyberpunk 2077 v1.61

EQUIPAMENTOS EXTRAS: FLIR One LT e termometro GM1312.

Objetivo dos testes:

Avaliar como a MLLSE (Peladn) RTX 3070 8 GB se sai com a solução de refrigeração padrão, desempenho em alguns jogos e por fim, seus resultados em benchmarks competitivos. Explicações acerca da metodologia adotada ou de como os testes foram conduzidos estão contidas nos textos que acompanham os resultados a seguir.

Resultados:

Primeiramente, vamos ver como o sistema de refrigeração da MLLSE se sai. Para fazer todos esses testes, foi utilizado o Unigine Superposition no preset “8K Optimized”, que é um benchmark suficientemente longo (cerca de 3 minutos de duração) e que simula bem uma carga de “uso real” do GPU, em outras palavras, não é um “power virus” como o Furmark que estressa a VGA a níveis irreais e normalmente faz a placa entrar em throttling por comando do ‘driver’. Para esses resultados, o ‘driver’ foi mantido nas configurações padrão e o i9 12900K estava rodando em stock (MCE ativado) com as memórias em 5800 MHz 32-36-36-44 2T.

Temperatura/FLIR:

No gráfico abaixo, temos os resultados obtidos para diferentes configurações de clock e rotação do fan, onde a temperatura ambiente no dia dos testes foi de 29,3ºC sendo essa informação de suma importância para a interpretação dos resultados e mesmo para quem quiser ter uma ideia dos deltas.

Os testes foram conduzidos com a placa completamente em stock, stock com FAN @ 100% e PL 109%, que é o máximo permitido para essa placa, overclock com FAN @ 60% e 100%, onde os 60% foram escolhidos por conta do nível de ruído ainda ser aceitável para uso diário com esse parâmetro.

Um ponto importante é que a NVIDIA agora também apresenta leitura de temperatura de “Hot Spot”, porém, diferente da AMD, ela continua utilizando a temperatura de borda, que é a leitura que sempre existiu, para determinar o funcionamento do GPU Boost, de todo modo, esse novo sensor pode ser útil para verificar se a montagem do cooler ou aplicação de pasta térmica estão OK.

Também é importante ressaltar que esses testes aqui foram todos conduzidos em bancada e que a temperatura “ambiente” dentro de um gabinete tende a ser maior que a temperatura ambiente de fato, o que é um detalhe importante caso alguém venha a tentar reproduzir os resultados aqui apresentados.

Dos resultados mostrados acima, é possível verificar que a solução de refrigeração original da placa foi capaz de entregar excelente desempenho em qualquer uma das situações testadas, apresentando no pior cenário 69,1 °C para a GPU e 80,5 °C para o Hot Spot, o que é ótimo, afinal, mesmo com uma temperatura ambiente próxima de 30 ºC, a temperatura da GPU ainda permaneceu abaixo dos 70ºC.

Para validar a temperatura das memórias e VRM, foi utilizado a FLIR One LT e como é de praxe, foram registradas as temperaturas na parte de trás do PCB, onde para se fazer isso, foi removido o backplate da placa. Em ambos os casos, as imagens foram capturadas no último loop do Unigine Superposition com a placa no “pior caso testado com overclock”, que foi com FAN @ 60% e overclock. A temperatura ambiente no momento desses testes foi de 26 °C.

Com a placa trabalhando nessas condições, foi verificado uma máxima de 55,2 °C para o VRM e 43,6 °C para as memórias, o que são resultados excepcionais e que definitivamente não representam problemas a longo prazo para os componentes utilizados, com muita margem para ir além com modificações e overclock mais pesado.

Temperatura/Frequência:

Na galeria abaixo, é possível verificar comportamento detalhado da placa em termos dos clocks e temperaturas ao longo do benchmark:

A MLLSE RTX 3070 se mostrou sempre limitada pelo “Pwr PerfCap”, isso mesmo após aumentar o Power Limit para o máximo permitido pelo fabricante, que é de apenas 109%. Pela qualidade de construção e o desempenho apresentado pela sistema de refrigeração, fica evidente que eles poderiam ter sido bem mais generosos com o Power Limit da placa, liberando uma porcentagem maior para ajuste do usuário.

Benchmarks:

Sobre os benchmarks, foram escolhidos o Blender, Cyberpunk 2077, Shadow of the Tomb Raider (SOTTR) e o Unigine Superposition 4K, ou seja, uma aplicação profissional, dois jogos com suporte as ultimas tecnologias e um benchmark sintético.

  • No Blender, foi utilizado o demo do BMW, onde apenas como referencia, foi incluso o resultado do i9 12900K em stock. Aqui, o perfil de overclock na RTX 3070 foi de +220 para GPU, +1100 para RAM, PL +109% e FAN 60% e foi utilizado OptiX para a renderização.
  • No Cyberpunk 2077, foi utilizada a versão 1.61 do jogo, rodando em 1080p com o preset “High” com os testes em RT ativando todas as opções relativas ao efeito com as luzes no médio e DLSS no modo “Quality”. Para obtenção desses números, foi utilizada a ferramenta de benchmark que recentemente foi incluida no jogo. Para os testes com overclock, a frequência da GPU foi configurada para +160/+1100 para RAM, PL +109% e FAN 60%
  • Para o SOTTR, foi utilizada a ferramenta de benchmark inclusa, em 1080p + preset “High” + TAA e com as configurações abaixo para o teste com RT+DLSS. Para os testes com overclock, a frequência da GPU foi configurada para +160/+1100 para RAM, PL +109% e FAN 60%.

Resultados:

Sobre o desempenho apresentado, a RTX 3070 apresentou números bastante decentes nos testes, mostrando claramente que ela chega a ser “overkill” para 1080p, tendo margem para levar os atuais jogos em 1440p ou mais, mesmo ao se ativar recursos como o Ray Tracing, onde o DLSS faz um ótimo trabalho em garantir que o desempenho permaneça em patamares aceitáveis.

A respeito dos ganhos com overclock, ficaram um pouco abaixo dos 10% para esse exemplar, o que é até razoável, certamente podendo ir além disso caso o ajuste de Power Limit fosse um pouco mais generoso.

Benchmarks competitivos:

E por fim, sobre os resultados obtidos nos benchmarks competitivos, usando o sistema de refrigeração padrão e sem nenhuma modificação física na placa, foi atingir até mesmo um sétimo lugar no Time Spy no ranking do HWBOT, com margem para ir além com shuntmod, uso de refrigeração á agua caso e um sistema operacional mais adequado ao propósito, como por exemplo, o Windows 10 Ghostspectre.

Conclusão:

Diante do apresentado, foi possível chegar nos seguintes pontos:

A MLLSE/Peladn RTX 3070 se mostrou uma placa extremamente decente do ponto de vista do sistema de refrigeração, o qual apresentou excelente desempenho, no caso, em stock com o fan na configuração automática, a temperatura da GPU ficou nos 69,1 °C enquanto o Hot Spot não excedeu os 80,5 °C, enquanto com o overclock e fans travados em 60% foram reportados 66,8 °C e 78,8 °C e olha que a temperatura ambiente era de 29,3ºC, o que garante que dentro do case ou em dias quentes, tudo continuará tranquilo nesse sentido

No que diz respeito a temperatura do VRM e memórias, novamente, os bons resultados se repetiram, com o VRM não excedendo os 60 ºC nem mesmo no pior dos casos, com as memórias ficando abaixo dos 50 ºC, o que é excelente!

Sobre a construção os componentes utilizados, a Peladn optou por não inovar e adotou o mesmo PCB da 3070 Founders Edition, o que claramente foi uma decisão “segura”, por esse ser um design de referência também utilizado por vários outros fabricantes. Já sobre os componentes, a GPU foi fabricada na 50ª semana de 2020, um forte indicio de que se trata de um chip reaproveitado, enquanto as memórias, se não são novas, ao menos não apresentam indicios de uso e são todas do mesmo lote.

A respeito do desempenho, a RTX 3070 apresentou desempenho interessante nas aplicações em que foi testada, sobrando em 1080p, com essa placa sendo realmente indicada para aqueles que pretendem usar uma resolução maior, tipo 1440p, inclusive sendo possível rodar os jogos atuais com Ray Tracing ativado sem maiores dificuldades, claro, com aquela “mãozinha” do DLSS.

Os ganhos com overclock acabaram ficando um pouco abaixo dos 10%, algo que poderia ser melhor caso o fabricante tivesse sido um pouco mais generoso com o ajuste do Power Limit, que nessa placa, ficou limitado a apenas 109%, o que é extremamente conservador levando em conta a qualidade de construção e desempenho do sistema de refrigeração.

Nos benchmarks competitivos, essa RTX 3070 foi capaz de obter bons números, chegando a ficar em sétimo lugar no ranking do 3DMark Time Spy no HWBOT, tendo potencial para ir além caso fosse utilizado refrigeração a água e shuntmod para lidar com o Power Limit.

A respeito do preço, a MLLSE RTX 3070 pode ser encontrada no AliExpress por pouco menos de R$ 2800, o que é umbom preço diante da qualidade e desempenho apresentados, porém, é necessário ressaltar que a GPU dessa placa muito provavelmente é um componente que foi reaproveitado e não sabemos qual foi a condição de uso anterior, algo que pode acabar afetando a vida útil da placa, portanto, se isso é um problema para você, é recomendável evitar não só esse produto como várias outras placas de vídeo chinesas, agora, se isso não for problema, essa é sem dúvidas uma ótima placa.

Outro ponto importante é que por se tratar de um produto importado, o valor final pode ser maior por conta da incidência de impostos e taxas adicionais, além da garantia, que ao menos no papel é de 2 anos, porém, na prática, pode não ser tão simples assim de ser acionada, de forma que é melhor nem contar com isso.

Por fim, existem diversas marcas oferecendo modelos identicos a essa RTX 3070 e outros anuncios, inclusive da própria MLLSE, para outros modelos de RTX 3070 diferentes, as quais podem apresentar resultados bem distintos do apresentado por esse fabricado pela Peladn, dito isso, é importante ficar atento para não levar gato por lebre.

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6 comentários Adicione o seu

  1. Leo disse:

    Como sempre, ótimo conteúdo!!
    Peguei uma triple fan da Mllse, mas aquele outro modelo sem ser essa branca.
    Parece estar funcionando certinho, mas qual teste posso fazer para testa-la??

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  2. kerdson disse:

    Peguei a 2060super branca da millse que também é produzida pela peland os chips de memoria desmotrava ser usado peguei um reembolso parcial

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  3. Danrlei Paiva disse:

    Muito bom reviews de qualidade e informacao top demais.

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  4. Rivotril® disse:

    Comprei uma 3080 da Peladn no 11/11 por R$ 2.900,00 com os cupons e cashback, o design idêntico mas o dissipador não tem base niquelada como esse. Ela chega em 84ºC na GPU, 96ºC no hotspot e 92ºc nas memórias com facilidade, mesmo com 3 fans adicionais soprando diretamente na placa, em jogos exigentes como “A plague tale: Requiem” ela sofre com thermal throttling. Consegui amenizar a situação com uma nova curva de frequência/tensão no afterburner, limitei a 78ºC no GPU com frequência máxima de 1800 MHz em 850mv, estou esperando chegar uma nova pasta térmica e thermal pads para ver se consigo melhorar a eficiência térmica.
    Olhando a GPU com atenção percebi inscrições manuais, suspeito que a GPU seja reutilizada. A VBIOS veio em uma versão desatualizada sem suporte ao ReBar, quando questionei o suporte eles disseram que não possuem arquivo para atualização e também não tinham planos para tal, tive que atualizar por conta própria utilizando um modelo indicado pelo GPU-Z, felizmente obtive sucesso e o ReBar foi habilitado.

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    1. Olá Rivotril,

      Lamento que tenha tido essa experiência com a placa, pelo jeito, os chinas tratam alguns modelos com mais “carinho” do que outros. :/
      A 3080 utiliza o PCB da 3080 Founders Edition?

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      1. Rivotril® disse:

        Ela tem os mesmos 6 heatpipes desse modelo do artigo que é claramente suficiente para uma 3070 de 220w, no caso de uma 3080 10G são 320w, um aumento de 100w com o mesmo sistema de arrefecimento. Existe a 3080ti com esse mesmo design, imagino que também usem a mesma solução🤦
        Não tenho conhecimento para saber se o PCB é da founders.

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