Overclock Extremo

Ryzen 5 5600X – Overclock extremo (LN2) e resultados

Aos que acompanham a página a um tempo ou que repararam na barra de navegação lateral, tenho feito lives de overclock extremo e também com testes de hardware, notavelmente, de memórias, de forma que na última sexta-feira, rolou uma sessão de overclock testando um Ryzen 5 5600X com nitrogênio líquido... Continue lendo!

Fala pessoal, beleza?

Aos que acompanham a página a um tempo ou que repararam na barra de navegação lateral, tenho feito lives de overclock extremo e também com testes de hardware, notavelmente, de memórias, de forma que na última sexta-feira, rolou uma sessão de overclock testando um Ryzen 5 5600X com nitrogênio líquido, a qual pode ser vista logo abaixo:

Mas para os que preferem o bom e velho formato texto, não fiquem chateados, pois, também continuarei a trazer aqui no site o que rolou nessas sessões, assim como os resultados, de maneira que esse deve ser um desses artigos! Então vamos lá! 😀

Acabei recebendo não um, mas dois exemplares de Ryzen 5 5600X, que desde já fica o agradecimento para a Terabyteshop, para uma sessão de overclock extremo sendo que para isso, é necessário “binar” o melhor deles para o teste e para isso, foi adotado como critério “a menor tensão possível onde a CPU seria capaz de completar três rodadas seguidas do Cinebench R15 @ 4.7GHz”, onde foi utilizada a TUF X570-PLUS com LLC no nível 3, frequência de chaveamento em 350KHz e o XPG Levante 240 para refrigeração.

Na galeria abaixo, é possível ver uma foto de cada uma das amostras, onde a CPU 2110PGS 0015 precisou de 1.3V para completar o teste e a 2112PGS 0125 o fez com 1.275V, portanto, essa segunda amostra que foi a selecionada para sofrer um pouco os testes.

Do ponto de vista da preparação da placa-mãe para a sessão, a Crosshair VIII Impact já está com o plastidip aplicado, então, o procedimento da preparação consistiu apenas em colocar papel toalha na placa, aplicar a pasta térmica e montar o pot.

Vamos então ao hardware utilizado e aos resultados!

  • Configurações utilizadas:

CPU: AMD Ryzen 5 5600X (Obrigado Terabyteshop!)

MOBO: ROG Crosshair VIII Impact (UEFI 3501)

VGA: GeForce GT210

RAM: 2x8GB G.Skill FlareX 3200CL14

REFRIGERAÇÃO: SF3D Inflection Point + Nitrogênio Líquido + Pasta térmica KINGPIN KPx

STORAGE: SSD Netac N530S 240 GB

SO: Windows 10 x64 2004 “depenado”

Objetivo dos testes: Descobrir o limite do Ryzen 5 5600X usando refrigeração extrema (LN2) visando extrair desempenho máxima nos benchmarks e verificar o seu comportamento nessas condições. Os detalhes de como foram conduzidos os testes e metodologia estão descritos no texto que acompanham os resultados.

  • Resultados:

Em relação ao funcionamento do processador, essa amostra foi capaz de trabalhar sem CB com FCLK em 1600MHz e até mesmo em 1800MHz, porém, nesse último caso, infelizmente reiniciando imediatamente após o início de qualquer benchmark, independentemente da frequência dos núcleos. Também foi necessário abaixar o VDDG_CCD para 1.13V, pois com os 1.2V aplicados automaticamente pela placa com o LN2 Mode ativado, a máquina ficava desarmando aleatoriamente, o que é uma boa dica para aqueles que forem se aventurar em congelar um Ryzen “Vermeer” e tiver com problemas estranhos como esse.

Em relação aos benchmarks, houve foco no Cinebench R20, GPUPI 3.2, Geekbench 3, HWBOT X265 e wPrime 1.55 1024M, onde foi possível completar esses testes com a frequência da CPU variando entre 5850 MHz e 5925 MHz com cerca de 1.7V no VCORE, o que é uma excelente marca para um Ryzen “Vermeer”!

Já sobre as memórias, foi possível chegar no limite desse kit, com frequências ajustadas em 4600MHz com CL14, subtimings apertados e cerca de 1.9V, o que é bastante decente para uma memória com chips Samsung B-Die e PCB A0.

Sobre os resultados obtidos (15/5/2021), na categoria “6x Cores” no ranking global do HWBOT, foi possível de se obter um 3.º lugar no GPUPI, 5.º no Geekbench 3, 7.º y-cruncher 1B, 8.º no Cinebench R20 e por fim, 11.º lugar no HWBOT X265, o que rendeu uma quantidade insana de pontos, me colocando de volta no ‘top-10’ da Elite League na temporada de 2021, no ‘top-20’ geral da temporada, em 2.º lugar no ranking nacional e também de ter emplacado vários resultados na página inicial do HWBOT por um dia! 😀

Apenas para não perder o costume, também tentei validar a frequência máxima do processador no final da sessão, onde foi possível chegar nos 5998.6MHz sem o menor esforço. 🙂

E por fim, seguem algumas fotos do hardware todo congelado:

Conclusão:

O Ryzen 5 5600X se saiu muito bem no overclock extremo, sendo capaz de completar os benchmarks com frequências entre 5850 MHz e 5925 MHz com 1.7V, FCLK @ 1600MHz e sem qualquer coldbug, o que é muito bom para um Ryzen “Vermeer”.

No que diz respeito especificamente aos resultados dos benchmarks, ele fez um verdadeiro estrago, com vários resultados no top-10 do ranking global para CPUs com seis núcleos, o que acabou por contribuir grandemente com minha colocação na liga (visto 15/5/2021), aonde voltei para o ‘top-10’ da liga de elite e ‘top-20’ no geral, ambos relativos à temporada de 2021.

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3 comentários

  1. Giancarlo, acompanho seu site há mais de ano e gosto muito de suas postagens. Gostaria de pedir algumas indicações sobre OC nesse mesmo chip, o 5600X. Tanto OC quanto uma “calibração” do PBO2. É muito fácil encontrar informações sobre por aí, mas nenhuma delas são de fontes que considero confiáveis. Teria um ponto de partida para mim? Obrigado desde já!

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