Placas-Mãe, Reviews

[Review] ASUS PRIME B350-PLUS

Olá pessoal, tudo bom?

Nesse review vou analisar a ASUS PRIME B350-PLUS que se trata de uma placa mãe AM4 de baixo custo no formato Full-ATX. Essa mobo usa o chipset B350, que é classificado como “Mainstream” pela AMD e oferece vários features como suporte a USB 3.1, NVMe, SATA RAID e o mais importante aqui, permite overclock no CPU! 😀

Abaixo as fotos da caixa da placa, na parte de trás temos uma foto da placa-mãe e um resumo de todos os seus recursos.

O bundle de acessórios da B350-PLUS é compostos dos seguintes itens:

Manual do usuário
I/O Shield
2 x Cabos SATA 6Gb/s
1 x Parafusos para as M.2
1 x DVD com drivers/software

Trata-se de um pacote um tanto quanto “pelado” mas dentro do esperado para uma placa dessa categoria. É claro que poderiam vir mais cabos SATA no kit, tendo em vista que muita gente usa vários HDs/SSDs e a placa permite a conexão de até 6 dispositivos SATA, no entanto, essa “generosidade” certamente teria um custo que viria a ser refletido no preço final do produto sendo isso um problema para uma placa focada em custo-benefício, afinal, nem todo mundo está disposto a pagar mais por uns cabos que podem acabar nem sendo usados.

Apresentado caixa e bundle, chegou a hora de mostrar o hardware em si…

… E para a B350-PLUS, a ASUS optou por um pcb preto, com toda serigrafia em vermelho assim como leds (que podem ser desativados) da mesma cor no canto inferior esquerdo da placa. Uma observação sobre as cores escolhidas é que pode existir uma certa dificuldade para ler o que está escrito no pcb e isso pode gerar algum incomodo na hora de ligar a parte frontal do gabinete na placa sendo necessário apelar para o manual.

Sobre o layout da placa, é algo bem pensado e não apresenta nenhuma ressalva no que diz respeito ao posicionamento dos componentes. Não existem botões on/off e reset na placa mas também nenhuma outra concorrente de mesma faixa de preço oferece esse recurso, lembremo-nos que estamos falando de uma placa de menos de $100. 🙂

Dos slots de expansão temos: 2 Slot PCI-E 16X 3.0 (16x Single GPU, 16X-4X mGPU), 2 PCI-E 1X e 2 PCI 32-bits e com esse layout é possível fazer combinações de VGA’s triple-slot sem problemas de obstrução de portas SATA ou outros componentes importantes, o que é muito bom.

Com relação aos SATA’s, a B350-PLUS oferece ao todo seis portas SATA 6Gbps, sendo duas delas fornecidas pelo SoC e mais quatro com suporte a RAID0,1,5 pelo B350. Também existe suporte a SSDs M.2 e NVMe, sendo essa porta ligada ao PCI-E 3.0 4X.

O codec de som utilizado é o Realtek ALC887 e ele está instalado em uma camada do pcb separada do resto da placa com o objetivo de diminuir possíveis interferências, melhorando a qualidade de áudio. Como será mostrado um pouco mais adiante, a ASUS optou por manter apenas as 3 entradas/saidas de áudio no painel traseiro dessa placa-mãe, algo que costumamos ver apenas nas placas mais baratas do mercado.

No painel traseiro, a B350-PLUS oferece 8 USB’s (sendo duas USB 3.1, quatro USB 3.0 e duas USB 2.0),  saídas de vídeo em diferentes padrões (o que garante que é possível usar desde um velho monitor CRT ou até mesmo uma moderna TV LCD caso esteja usando uma APU), LAN Gigabit, painel de som simplificado (3 jacks) e por fim a salvadora porta PS/2 para teclado/mouse.

1 x saída(s) DVI-D
1 x saída(s) D-Sub
1 x HDMI
1 x porta(s) LAN (RJ45)
2 x porta(s) USB 2.0
3 x conector(es) de áudio
2 x USB 3.1 Gen 2 (teal blue)
4 x porta(s) USB 3.0 (azul)

Sobre os dissipadores utilizados na PRIME B350-PLUS, são peças simples de alumínio que são presas por meio de presilhas plásticas com mola e aqui cabe uma critica pois esses dissipadores não cobrem inteiramente o encapsulamento dos mosfets, o que pode ser visto pelas marcas deixadas nos thermalpads e nos próprios mosfets nas fotos abaixo. Para facilitar a visualização do problema, também inclui uma foto destacada e com legenda.

Alguém pode perguntar, qual o problema disso? Bom, a temperatura do mosfet será mais alta do que deveria por conta dessa área (aproximadamente metade do encapsulamento!) que não está em contato com o dissipador e isso por si só já torna essa peça menos eficaz do que ela poderia ser. Existem também possíveis implicações negativas com relação a estabilidade com overclock, especialmente com Ryzen 7 e a durabilidade da placa.

Do primeiro ponto, lembremo-nos que a corrente máxima que o mosfet pode conduzir decresce com o aumento da temperatura, o que significa que você pode esbarrar em problemas de estabilidade na hora de fazer overclock ou topar com proteção de sobre-temperatura (caso tenha sido implementado).

Do segundo ponto, esses mosfets da OnSemi podem operar com temperaturas de até 125ºC, se respeitado a corrente máxima que eles podem fornecer nessa condição, entretanto, os capacitores são rotulados para operação de no máximo @ 105ºC, sendo que sua vida útil será comprometida no caso de uma temperatura de operação maior. Um paliativo para minimizar ou até mesmo resolver esse problema é a velha idéia de utilizar um fan soprando diretamente no VRM ou no mínimo manter um bom fluxo de ar na região.

O VRM da B350-Plus é um design relativamente simples de 4+2 fases e 3 mosfets nas fases responsáveis pela alimentação dos cores e 4 mosfets nas do SoC. O controlador PWM utilizado é o ASP1106GGQW que trata-se muito provavelmente de uma remarcação do ISL95712, os mosfets utilizados são os OnSemi 4C09B e 4C06B que são “figuras” conhecidas e usadas em placas reconhecidamente robustas como a ASUS 970 Pro Gaming/Aura e por fim, os indutores são de 0.68uH com Isat desconhecido pois não consegui chegar no fabricante desses componentes.

Essa configuração permite o uso de CPUs Ryzen 7 com overclock no ar/água sem maiores problemas desde que sejam tomadas as devidas medidas para manter a temperatura do VRM sob controle, ou seja, abaixo dos 100ºC.

Feitas as apresentações do hardware vamos ao software que no caso da ASUS, é o AiSuite 3. Do ponto de vista da funcionalidade e no que diz respeito a overclock, ele permite alterar “on-the-fly” praticamente todas as tensões com os mesmos limites encontrados na UEFI, multiplicador do CPU, parâmetros relativos ao VRM e diferentemente do que ocorre nas plataformas Intel onde é necessário instalar um driver para o MEI, nos AM4 não é necessário nada disso bastando apenas instalar o software de overclock. 🙂

Este slideshow necessita de JavaScript.

Caso alguém tenha interesse, segue o link para as especificações da placa no site do fabricante: https://www.asus.com/br/Motherboards/PRIME-B350-PLUS/specifications/

Hardware/Software utilizado e objetivo dos testes:

CPU: AMD Ryzen 5 1600X (Obrigado AMD!) / AMD Ryzen 7 1800X (Obrigado Renan!)

MOBO: ASUS PRIME B350-PLUS (BIOS 3401)

RAM: 2x4GB DDR4 HyperX 2800CL14 (Hynix AFR Single Sided)

VGA: GeForce GTX650 (Obrigado nVidia!)

REFRIGERAÇÃO: SF3D Inflection Point + Watercooler custom

Software utilizado: Windows 7 x64 SP1, Cinebench R11.5, Cinebench R15, Geekbench 3.4.2 x64, AIDA64

O objetivo dos testes é simplesmente ver se a ASUS PRIME B350-Plus é capaz de fazer um bom trabalho em overclock extremo, se é uma alternativa válida de placa para benchmark sem (supostamente) gastar horrores para isso e também testar sua capacidade de overclock nas memórias, o que é algo importante nos Ryzen.

Resultados:
Começando pelo overclock nas memórias, a ASUS fala em “até 3200MHz” para essa placa-mãe e por isso esta será a marca mínima a ser obtida para que ela seja aprovada nesse quesito. 🙂

Uma observação é que apesar das minhas memórias serem stock @ 2800 e usarem chips Hynix AFR, elas foram capazes de rodar @ 3600 12-18-18-28 na plataforma AM4 usando a finada X370 Taichi e esse mesmo CPU, o que implica que essas memórias estão certificadas para esse teste.

Com relação a metodologia desse teste, ao invés da minha tradicional abordagem de já começar setando todas latências manualmente, o que pode ser algo deveras minucioso para o usuário comum, resolvi iniciar com ajustes completamente automáticos setando apenas o perfil XMP #1  e eventualmente tentando mexer no vdimm no caso de instabilidade. Uma das motivações para isso é que vejo muita gente, inclusive profissionais da imprensa, reclamando de dificuldades para subir o clock das memórias no Ryzen mesmo após o AGESA 1.0.0.6, sendo assim, acredito que seja mais do que justificável realizar esse teste nessas condições para ficar mais próximo daquilo que acredito ser a condição de uso da maioria das pessoas. Enfim, vamos aos resultados:

Como pode ser visto no gráfico acima que compilei usando a ferramenta de benchmark do AIDA, foi possível atingir até 3333MHz apenas setando o XMP e subindo a tensão das memórias para cerca de 1.45V, entretanto, isso se mostrou estável apenas para rodar alguns benchmarks não muito exigentes sendo 3200MHz o máximo obtido com estabilidade. Não encontrei qualquer dificuldade para atingir os clocks acima descritos usando a supracitada abordagem, sério gente, questão de entrar na UEFI, subir o clock, salvar e a placa dar o post… Bem tranquilo mesmo. 🙂

Outro detalhe deveras apreciável que pode ser observado pelos gráficos é o ganho existente ao se otimizar manualmente todos os timings, sendo possível bater todos resultados obtidos @ 3333MHz com apenas 3200MHz e sem compromisso de estabilidade! Infelizmente não disponho de uma VGA robusta para demonstrar os ganhos disso na prática usando jogos ou 3dmark mas recomendo um artigo do Robert Hallock em conjunto com o Sami Makinen (Macci, o pessoal old-school deve se lembrar dessa lenda!) onde tratam justamente desse assunto.

Na galeria abaixo estão os resultados obtidos e os timings aplicados automaticamente (exceto 3200_Tweak) pela placa-mãe em cada um dos clocks:

Vamos ao OC Extremo então! Esses testes foram realizados em um evento organizado pelo Renan e patrocinado pela HyperX, desde já agradeço pelo convite e oportunidade de ter participado de mais esse evento. 🙂

Com relação aos resultados obtidos, foi possível chegar no limite da placa-mãe com tranquilidade (leia-se, tudo funcionou bem e não houveram baixas na sessão) ainda que esse não seja o limite dos CPUs pois os Ryzen tendem a apresentar coldbug na controladora PCI-E com temperaturas abaixo dos -120ºC, o que é contornável em uma placa-mãe com ajustes de tensão mais generosos para PLL, 1.05V SB Voltage, jumper LN2 Mode que já faça isso diretamente para evitar problemas de CBB após um Clear CMOS e ajuste de bclk.

Todas essas coisas acompanham as mobos high-end tais como Crosshair VI Hero/Extreme que são concebidas com esse tipo de uso em mente mas não em placas de baixo-custo que não deveriam ser utilizadas dessa forma. De todo modo, esses ajustes que mencionei acima são irrelevantes para quem estiver visando uma configuração voltada ao uso diário no ar/água.

Como pode-se ver nas fotos abaixo, isolei a B350-PLUS com borracha limpa tipo e papel toalha, conforme expliquei nesse vídeo. Vamos aos resultados de cada CPU!

Ryzen 5 1600X:

Sendo sincero, não esperava que fosse ver esse CPU chegando @ 5GHz nessa sessão e o que aconteceu no final das contas é que além de quebrar essa barreira ainda foi possível rodar todos benchmarks acima disso! O CB foi na faixa dos -150ºC e certamente teria ido além caso essa placa permitisse ajuste de vcore acima dos 1.72V.

Sobre a questão do clock das memórias, o controlador de memória dos Ryzen sofre uma certa degradação de performance com temperaturas abaixo dos -20ºC, no sentido em que fica mais difícil obter as mesmas frequências que atingimos com o CPU rodando acima dessa temperatura, o que explica esses 2666 @ 10-12-12-28 que usei ai.

Mérito da ASUS também ter incluído o “Performance Bias” em todas suas placas AM4, essa opção faz alguma “mágica” que melhora consistentemente a performance em alguns benchmarks tais como Cinebench R11.5 / R15, AIDA e Geekbench, fazendo com que as placas da ASUS saiam na frente na hora de competir no HWBOT.

Ryzen 7 1800X:

Com o R7 1800X imaginava que as coisas seriam mais complicadas e de fato elas foram! Talvez por limitação do VRM da placa ou por condensação advinda da sessão anterior com o 1600X, enfrentei diversos problemas e também não consegui rodar as memórias além dos 2400MHz com alguma estabilidade. O CB desse CPU foi na faixa dos -135ºC, não consegui rodar nada com vcore maior que 1.55V e tive que abortar a sessão depois de um travamento na qual o sistema não subiu mais.

Consegui rodar os Cinebench mesmo que com clocks um tanto baixos mas ainda sim, ótimos resultados para uma placa-mãe B350 básica! 🙂

Conclusão:

A ASUS PRIME B350-PLUS se saiu muito bem nos testes, sobreviveu a sessão de OC Extremo obtendo resultados acima do esperado especialmente com o R5 1600X. Já falando do overclocking nas memórias, foi muito fácil de ajustar e chegar no limite da placa, ainda que esse limite (com estabilidade) apenas tenha sido o máximo garantido pelo fabricante (“up to DDR4-3200”).

Sobre o “feature set” dela, é compatível com o de uma placa-mãe de baixo-custo como ela o é e dos pontos positivos posso citar que os componentes utilizados são de excelente qualidade para uma placa dessa categoria, o pacote de software é decente e a UEFI é bastante funcional tanto em termos de opções quanto de interface. Infelizmente nem tudo são flores e a ASUS acabou dando uma  uma escorregada nos dissipadores do VRM e a sua refrigeração é um ponto em que o usuário deve tomar atenção na hora de fazer overclock, especialmente se estiver usando um CPU octa-core.

Do ponto de vista do “Custo x Beneficio”, em tempos normais (leia-se, fora de black friday) podemos encontrar a B350-PLUS por preços que variam de R$500 até R$758, sendo ela uma boa opção perante as B350 de outros fabricantes ali na faixa dos R$500 e uma péssima ideia por esses R$758 pois ai já estamos no território de placas X370 que oferecem bem mais por esse valor.

E é isso! Dúvidas em relação a placa-mãe, ao review, sugestões ou mesmo comentários aleatórios são bem-vindos.

Até a próxima! 🙂

19 comentários em “[Review] ASUS PRIME B350-PLUS”

    1. Me diz uma coisa, Essa mobo seria boa para usar com um ryzen 2700 pensando em fazer overclock, no overclock com um cooler mater t3 hyper tu axah que eu chegaria a quano estável com essa mobo? Como é que tu anda vendo os rumores do lançamento da sério 3000 ryzen, no caso da arquitetura ryzen 2 de 7nn?

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      1. Olá Eduardo,
        Sem problemas usar a B350-Plus para overclock com o Ryzen 7 2700, desde que você tome as devidas precauções com a refrigeração do VRM, pois caso contrário, pode encontrar instabilidades devido a temperatura elevada nessa parte.

        Com relação a frequência que vc pode atingir, tudo depende da qualidade da sua amostra de CPU e da refrigeração, sendo que na média, o pessoal tem conseguido coisa de 4100~4200MHz com cerca de 1.35V estáveis para uso diário.

        A respeito do Ryzen 7nm (zen2), o que se tem sobre a suposta performance são apenas rumores, o Epyc 7nm (supostamente 64c/128t) já foi mostrado pela Lisa Su na Computex e esses CPUs todos devem ser fabricados na TSMC, já que a GloFo simplesmente cancelou o processo de 7nm deles.

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      2. Coincidência, acabei de ler a notícia sobre o que você falou, uma pena essa questão que aconteceu com a GB, será que isso vai afetar o Roadmap da AMD, será que isso é um mal sinal para ela, alguma cagada com a arquiterura de 7nn? Todas essas especulações é pq penso em trocar de processador, e estou avaliando pegar um ryzen 2700, mas talvez possa esperar pra ver o que vai rolar na série 3000, se tiver clocks mais altos pra mim vai ser ótimo, pq gosto bastante de emulação e normalmente pra esses casos clocks mais altos em alguns cores costumam fazer muita diferença, mas tbm penso em fazer streaming, então cores, threads tbm fazem.

        Curtido por 1 pessoa

  1. Boa noite. Parabéns pelo postar. Tenho essa bola com um ryzen 1700 e memória corsair Led cl15 3000mhz. No xmp chegou em 3066 porém não consigui chegar nos 3200. Pode dar alguma dica sobre o refinamento manual?
    Abraços.

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  2. Giancarlo, tenho uma placa dessas com um Ryzen 7 1700 e memórias Gskill TridentZ de 3200Mhz, mas só consegui estabilidade com 2933mhz! parabéns pelo ótimo review!!!!

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    1. A ROG STRIX B350-F GAMING é melhor, VRM dela se não me falha a memória é igual ao da X370-PRO, os recursos integrados são melhores (som por exemplo), os dissipadores utilizados no VRM dela APARENTEMENTE são melhores que os da B350-PLUS e por ai vai… É uma B350 de categoria superior a da B350-PLUS e também mais cara.

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  3. Otimo review.. Muito bom.. Tive uma x370 Pro fatal1ty e achei muito boa.. A meu cer uma das melhores x370 do mercado.. Vendi pq tive um preço legal nela.. Bom.. Eu sou fan da asrock mas as b350 deles não vem com LLC algo pra mim indispensável.. Mas gostaria de saber sobre esse nvme ligado no pci-e 4x que vc menciona.. Eu estava pra adquirir essa B350 prime e colocar mais um nvme via adaptador no pci-e 4x dela mas vendo seu review cheguei a conclusão que não será possivel é isso mesmo? Se puder me. Responder eu agradeço.. Meu e-mail é [email editado]..Obrigado.

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    1. Olá Fabio,
      O que eu quis dizer ali no texto, é que o M.2 é ligado diretamente ao CPU por um link PCI-E 3.0 4x (2x para as APUs Bristol Ridge) e que segundo a ASUS, compartilham banda com as portas SATA 5 e 6, ou seja, se estiver usando um SSD NVME, essas duas portas SATA são desabilitadas. Essa ultima informação irei editar e adicionar no review, pois de certo modo é importante e pelo que vejo, acabou passando em branco.

      De acordo com as especificações disponibilizadas pela ASUS, você pode usar um NVME com adaptador no slot PCI-E 2.0 16X @ 4X sem problema algum pois o mesmo está ligado ao B350 e compartilha banda com os outros dois PCI-E 1X, no entanto, você vai ter apenas metade da banda disponível em relação ao M.2 onboard devido a diferença do PCI-E.

      PS: Editei o seu email no comentário.

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  4. Ótimo conteúdo (pena que eu não consegui compreender todas a informações fornecidas haha). Quero tirar uma dúvida, tenho uma B350 plus e um R5 2400g, e 2x4gb de RAM 2400MHz. Quero fazer oc apenas na frequência delas, será que preciso me preocupar com a temperatura do VRM? E posso fazer mais algum OC sem me preocupar com isso?

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    1. Fala Kalil,
      Em relação ao OC nas memórias, não precisa se preocupar com temperatura do VRM, alias, com o 2400G em overclock você só precisa ficar atento com a temperatura das fases responsáveis pela alimentação do IGP (VDDSOC) e isso se você estiver usando o mesmo… A parte CPU é tranquila.

      Se tiver dúvidas do procedimento para fazer overclock nas memórias, sugiro que leia o review do kit da Patriot (https://theoverclockingpage.com/2018/10/03/review-2x8gb-patriot-viper-rgb-white-3000cl15/) e adote uma metodologia semelhante usando a Ryzen DRAM Calculator, isso deve te ajudar e poupar um bom tempo. 🙂

      Por fim, agradeço o elogio! Sobre você não ter conseguido compreender todas informações, em que ponto/sentido fiquei devendo na explanação ou na falta dela? Esse tipo de “feedback” é de grande valor pois eventualmente alguma falha ou ponto a melhorar sempre acaba passando batido. A ideia aqui é sempre tentar ser o mais claro possível e talvez passar adiante alguma coisinha a mais nos artigos, em termos de conhecimento.

      Giancarlo

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