Artigos, Placas-Mãe

[Review] Biostar B350GT3

Olá pessoal, tudo bem?

Nesse review irei analisar a Biostar B350GT3, que é uma placa-mãe AM4 no formato mATX e que tem se destacado no mercado brasileiro por conta de seu aparente custo-benefício, afinal de contas, estamos falando de uma placa com 4 slots de memória com chipset B350, o que significa que temos a disposição suporte a USB 3.1, NVMe, SATA RAID e também permite overclock no CPU, algo que as demais placas A320 de preço semelhante não oferecem.

Em relação a caixa, a Biostar adotou um grafismo inspirado no mundo do automobilismo com um carro no estilo “Tron” e um fundo de “fibra de carbono”, na parte de trás, temos uma foto da placa com as suas especificações e destaque a alguns features como os LEDs RGB integrados na placa, LAN e dual BIOS.

Sobre os acessórios que acompanham a placa, temos 4 cabos SATA (um deles foi usado no T-Gamer, por isso não aparece na foto), I/O Shield (não aparece pelo mesmo motivo do cabo), manual e um DVD com os drivers. Considero esse kit bastante razoável para um placa de baixo custo e um ponto positivo por parte da Biostar ter enviado cabos SATA no mesmo número de portas que temos na placa.

Da placa, a temática “Racing” continua pois a Biostar adotou um PCB Preto ilustrado por uma bandeira quadriculada de corrida, o que certamente deve dividir opiniões. A primeira vista também é possível destacar o dissipador usado nas quatro fases destinadas a alimentação dos cores (VDDCR) que possui iluminação RGB e as três fases destinadas ao SoC (VDDSOC) sem dissipador, algo que veremos se foi bem dimensionado mais adiante.

Sobre o layout da placa, de forma geral é bem razoável porém existem algumas ressalvas, nas quais posso citar o conector M.2 localizado abaixo do slot PCI-E, o que implica em possíveis problemas de throttling nos SSDs NVMe enquanto usando algum GPU com TDP alto ou que simplesmente desligue completamente o fan em idle, o jumper Clear CMOS que fica “espremido” entre o conector de audio frontal e um fan header, requerendo uma pinça para conseguir mexer nele (ao menos para quem tiver mãos grandes) e o fato de ter apenas um fan header nas proximidades do socket, o que não é um problema para quem pretende usar o cooler box, porém pode o ser para quem vai usar um cooler do tipo torre com push-pull ou um watercooler AIO, requerendo o uso de adaptadores ou cabos splitter.

Em relação ao conector M.2, o mesmo suporta NVMe com PCI-E 4X nos CPUs Ryzen e 2X nas APUs Bristol Ridge. A Biostar também oferece quatro portas SATA 6Gbps e que sempre são funcionais, independente de estar usando um SSD M.2 ou não.

O codec de áudio utilizado é o Realtek ALC887, onde o mesmo está montado em uma camada isolada do PCB, possui uma blindagem metálica cuja ideia é mitigar interferências eletromagnéticas (EMI) e também 4 capacitores eletrolíticos para fazer a filtragem do sinal de áudio.

Sobre o espelho traseiro, temos 6 portas USB 3.0, uma PS/2, LAN, saídas de vídeo DVI e HDMI e painel de som básico com 3 conectores, o que está dentro do esperado para uma placa de baixo custo.

Em relação ao dissipador do VRM, a Biostar optou por usar uma peça de alumínio que possui algumas aletas nas laterais e um led RGB no topo. Do ponto de vista da fixação, foram empregados parafusos ao invés das costumeiras presilhas plásticas com mola que costumamos ver em placas de baixo custo, o que é um ponto positivo, afinal de contas, os parafusos garantem uma maior pressão na montagem do dissipador e com isso melhor contato com os mosfets, por fim, o thermalpad faz bom contato com os mosfets e cobre todo o encapsulamento dos mesmos, maximizando a área de contato, garantindo assim uma troca de calor ótima.

Lembrando que apenas as fases destinadas a alimentação dos cores (VDDCR) possuem dissipador enquanto que as três fases destinadas ao SoC (VDDSOC) não o tem.

A respeito do VRM, como disse anteriormente, a Biostar optou por usar um arranjo de 4+3 (VDDCR+VDDSOC) fases tendo sido adotado o controlador Intersil ISL95712 que permite o controle de até 4 fases para o VDDCR e 3 no VDDSOC sem o uso de doublers para manter o acionamento independente das fases, portanto, todos sinais PWM gerados estão sendo utilizados aqui.

Os mosfets utilizados são os Sinopower SM4377 (high side) e dois SM4364 (low side) por fase, sendo que os SM4377 suportam uma corrente máxima de 50A @ 25ºC e 35A @ 100ºC e possuem um Tr (tempo de subida) de 12ns e Tf (tempo de queda) de 10ns, o que é algo muito bom do ponto de vista das perdas de chaveamento, entretanto, os SM4364 apresentam rds(on) @ Vgs = 10V de 5.3mΩ, o que é algo medíocre mas que deve ser reduzido pela metade por termos dois mosfets de baixa em paralelo nesse design.

No estágio de filtragem, temos um indutor por fase, capacitores de 820uF 3V e vários capacitores de cerâmica SMD na saída, enquanto na entrada, a Biostar empregou apenas alguns capacitores cerâmicos e de polimero de 270uF 16V, economizando um indutor nesse estágio de filtragem, o que em tese pode trazer oscilações na tensão de saída quando em full load e com isso instabilidades, entretanto, um filtro LC mal dimensionado também pode causar esse tipo de problema, portanto, o único jeito de verificar  isso de fato é usando um osciloscópio, o qual não disponho no momento.

Ainda sobre o VRM, a Biostar diz no seu site que a B350GT3 tem uma limitação máxima de TDP em 95W, o que em tese deixaria o R7 2700X como um CPU não suportado, entretanto, o mesmo figura na lista de CPUs compatíveis com a placa, o que deixa uma certa dúvida pairando no ar, afinal de contas, a primeira geração de CPUs Ryzen teve TDP máximo de 95W e pode ser essa a razão dessa limitação figurar ali no site do fabricante. De todo modo, logo veremos como essa placa se saiu com o R7 2700X. 🙂

O VRM das memórias é de apenas uma fase, utiliza o controlador APW7120 e dois mosfets SM4377 com dois capacitor de 820uF na saída, o que é suficiente para a alimentação das memórias, cujo consumo é bastante baixo.

Em relação a interface de UEFI, ela é bastante simples e relativamente intuitiva porém ainda sim um tanto quanto “soviética”, exemplificando, a organização dos menus não é das melhores, alguns ajustes carecem de descrição, algumas opções referentes aos ajustes de memória estão faltando ou simplesmente estão “esquecidas” lá no meio do menu “AMD CBS”, ajustes de tensão são apenas via offset e em alguns casos (VDDSOC por exemplo) não existe uma leitura da tensão padrão e nem da resultante, deixando o usuário as cegas. O ponto positivo aqui é que não encontrei nenhum bug ou ajuste referente as opções de overclock quebrados, o que é bom!

Ainda sobre a BIOS, a ultima versão data de 07/08/2018 e utiliza o AGESA 1.0.0.4c, o que implica que o suporte por parte do fabricante para atualizações de firmware aparentemente é um tanto quanto lento e por isso até o presente momento, essa placa não permite o overclock no Athlon 200GE.

Na galeria abaixo, trago uma série de capturas de tela da UEFI, inclusive com os tais ajustes “soviéticos” como por exemplo, o o do RGB, que cada cor é dado por um número inteiro de 0 a 127, que conforme você vai alterando, muda a cor dos LEDs da placa! 😀

Este slideshow necessita de JavaScript.

E aqui, uma pequena tabela com os ajustes de tensão disponíveis e o limite máximo de cada um deles:

Caso alguém tenha interesse, segue o link para as especificações da placa no site do fabricante: https://www.biostar.com.tw/app/en/mb/introduction.php?S_ID=870

Vamos aos resultados!

Configuração utilizada:

CPU: AMD Ryzen 7 2700X / AMD Ryzen 5 2600X / AMD Ryzen 5 2400G (Obrigado AMD!)

MOBO: BIOSTAR B350GT3 (Bios B35AS807)

VGA: eVGA GTX650 1GB (usada apenas nos CPUs sem vídeo integrado)

RAM: 2x8GB DDR4 G.Skill Flare X 3200 CL14

REFRIGERAÇÃO: Watercooler custom

STORAGE: SSD Kingston HyperX 3K 120GB

Software utilizado: Windows 10 x64, HWBOT Unigine Heaven, Ryzen Master, AIDA64.

EQUIPAMENTOS EXTRAS: Termômetro digital HDT 6002.

Objetivo dos testes: O objetivo desse artigo é verificar o quão bem a Biostar B350GT3 se sai naquilo que diz respeito a overclock de memória e além disso, testar a performance térmica da placa em condições de stress usando diferentes CPUs AM4 com e sem vídeo integrado, visando verificar o comportamento do VRM nessas situações de “pior caso possível” para as fases do VDDCR e do VDDSOC, com e sem ventilação forçada no VRM.

Explicações acerca da metodologia adotada ou de como os testes foram conduzidos estão contidas nos textos que acompanham os resultados a seguir.

Resultados:

O primeiro passo aqui é testar até onde a B350GT3 consegue ir em termos de overclock de memória devido ao já conhecido impacto que isso trás no desempenho dos Ryzen. Utilizando o mesmo perfil utilizado para obter o overclock estável nas Patriot Viper Steel 4400CL19 e que também pode ser usado em outros kits com chips Samsung B-Die, consegui obter o máximo de 3333MHz 14-14-14-30, sendo que os 3466MHz simplesmente falham no post independente do kit de memória (Viper Steel ou Flare X) ou CPU utilizado, portanto, considero esse o limite para essa placa, sendo essa barreira bastante improvável de ser superada, afinal de contas, esses kits de memória com chips B-Die são consideravelmente mais caros que a B350GT3 e estão entre as melhores opções possíveis para se usar com um CPU Ryzen.

De todo modo, essa marca ainda é superior a ASUS PRIME B350-PLUS, que também é uma placa B350 de baixo custo, ainda que a mesma geralmente seja mais cara que a Biostar. Na galeria abaixo trago o resultado no AIDA64 e uma run do Unigine Superposition no R5 2400G com a memória rodando @ 3333 14-14-14-30, ajuste esse que também passou no teste de estabilidade do TM5.

Para verificar a temperatura dos circuitos de alimentação, instalei um termopar com um thermal pad grudento na parte de trás da placa, na proximidade dos indutores do VRM devido ao fato de ali ser um “hot spot” por conta do ponto de solda, basicamente, algo muito parecido com o que o Buildzoid fez nesse vídeo e que se tomarmos como base a leitura “CPU” do HWiNFO ou a TMPIN1 do HWMonitor (são iguais) como a temperatura do VRM, então existe ai um delta que varia entre 3~9ºC entre o software e o termopar.

Por dispor de apenas um termopar K em boas condições, adotei uma abordagem no estilo “worst case scenario”, ou seja, para os CPUs sem vídeo integrado (R7 2700X e R5 2600X) cujo consumo nas fases relativas ao SOC é baixo, usei o termopar para tirar a medida da temperatura das fases relativas a alimentação dos cores (VDDCR) enquanto que com o R5 2400G, usei o termopar montado logo abaixo das fases do SOC devido ao consumo ali ser maior nas APUs devido ao vídeo integrado, enquanto que na parte CPU, a mesma exige menos que no R5 2600X.

Também tenham em mente que as temperaturas do VRM podem variar conforme a refrigeração do CPU, por exemplo, se você estiver utilizando o cooler box, a tendência é que a temperatura do CPU seja mais alta do que de alguém usando um water cooler, então, como o PCB da placa é de cobre, isso acaba por interferir um pouco na temperatura dos componentes localizados nos arredores do CPU. No caso desse artigo, a temperatura de nenhum dos CPUs excedeu a média dos 80ºC durante o “stress test”.

Como “stress test” do CPU usei o AIDA64 rodando por 15 minutos enquanto que para o SOC, usei o Unigine Heaven também rodando por 15 minutos e com os dados colhidos, compilei o gráfico abaixo, que trás a média do CPU Package Power medido pela SMU e o delta de temperatura em relação ao ambiente da leitura obtida no termopar…

…E como podemos ver, a Biostar B350GT3 se saiu bem com o R5 2600X, ficando com um delta de temperatura abaixo dos 50ºC e sem throttling, o que é algo bom! Como alguns podem ter notado, o consumo desse CPU em overclock foi menor do que em stock e foi assim porque esse CPU é aquele meu exemplar premiado e o Precision Boost 2.0 acaba usando tensão um pouquinho mais alta que o necessário para esses 4200MHz, alias, esse exemplar faz 4200MHz estáveis com menos do que esses +160mV, entretanto, se o fizesse assim, esse teste perderia a razão de ser, afinal de contas, essa amostra definitivamente não representa a média desses CPUs quando o assunto é overclock. 😉

Sobre o R5 2400G, havia receio da minha parte de que as temperaturas das fases relativas a alimentação do SoC pudessem sair do controle ao fazer overclock na Vega 11 pelo fato das mesmas não terem dissipador e por conta do consumo do vídeo integrado aumentar consideravelmente com overclock, entretanto, não foi isso que ocorreu e mesmo “chutando o pau da barraca” e usando 1600MHz 1.275V, o dT não chegou nem aos 40ºC, o que é excelente!

E por fim, o R7 2700X funcionou na Biostar B350GT3 e em stock não apresentou throttling, entretanto, o problema é que o dT do VRM ficou acima dos 50ºC e a leitura do HWiNFO muito próxima dos 90ºC e pelo que pude apurar, esse é o limite de temperatura para a placa dar comando de throttling para o CPU e foi justamente isso que ocorreu com o teste com overclock, o qual abortei com cerca de 8 minutos por precaução. Isso não ocorreu após colocar uma ventoinha de 80mm soprando diretamente no dissipador do VRM, portanto, o problema é realmente do limite de temperatura do mesmo, então, se ainda sim a ideia for usar um R7 2700X ou até algum octacore 95W nessa placa, recomendo no mínimo o uso de um fan para refrigeração do VRM.

Sobre a natureza desse throttling, ao exceder os 50ºC no dT (ou 90ºC no HWiNFO), o multiplicador do CPU cai para 5.5x por instantes e a temperatura do VRM cai cerca de 2ºC e ai a frequência volta ao normal, repetindo esse processo enquanto a temperatura estiver atingindo o limite, conforme o gráfico abaixo, que mostra o comportamento da frequência do CPU durante esse teste.

Conclusão:

A Biostar B350GT3 é uma placa de baixo custo relativamente bem construida que apresentou um resultado bastante aceitável no que diz respeito a frequência das memórias, tendo excedido a especificação do fabricante (3200 OC max) atingindo 3333 CL14 com estabilidade e por fim, também passou incólume pelos testes de stress tendo suportado (ainda que eu não recomende o uso) até mesmo o R7 2700X, com a ressalva da necessidade do fan soprando sobre o dissipador do VRM nesse caso.

Mas sim, não se trata de um produto perfeito… O layout tem lá os seus pontos que poderiam ser melhorados (exemplo: posição do slot M.2, outro fan header no topo de placa e posição do jumper clear cmos), o suporte de bios do fabricante para esse modelo parece ser um pouco lento com o ultimo update datado de agosto do ano passado e a UEFI necessita de um pouco mais de “refino”. Esses pontos não chegam a condenar a Biostar B350GT3 como produto mas definitivamente não poderia deixar isso passar em branco.

Em relação ao custo-benefício, a B350GT3 chegou a ser oferecida por cerca de R$399 em promoções na Terabyte, preço esse que costuma ser praticado para placas A320 consideravelmente mais limitadas que essa (exemplo: 2 slots de memória, VRM mais fraco e sem dissipador, não fazem overclock…), portanto, por esse preço essa placa definitivamente é uma opção excelente! Ainda que no momento ela esteja indisponível, fiquem ligados que em breve ela pode voltar aos estoques! 😉

E por hoje é só! Dúvidas, críticas e sugestões são bem-vindas! Até a próxima!

 

45 comentários em “[Review] Biostar B350GT3”

  1. Excelente artigo, creio que seja uma boa placa pra quem não queira abusar do overclock e tenha uma configuração mais básica.
    Obs: cheguei no seu site através do Rodrigo Baltar.

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  2. To usando um Ryzen 5 1600 @3,8ghz sem mexer no vcore e memorias hyper x 2400mhz@2666mhz também sem mexer na tensão. Sei que poderia subir até mais, porém o sistema assim já me atende bem e está super frio e estável.

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    1. Roberto, beleza? possuo uma b350gt3 e um r5 1600 tbm, como você conseguiu dar over no processador? lá na BIOS eu só acho aquela opção de – 1.3, 1.5, 1.8, 2.3, 2.5, 2.8, 3.3, 3.5, 3.8, 4.3, 4.5, 4.8, 5.3 etc. Aquela outra opção de baixo eu não consigo mudar, está em amarelo. Me ajuda

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      1. É bem simples mano.
        Vai na aba O.N.E., CPU CLOCK deixa em 100.3 e e CPU RATIO vc muda de acordo com a frequência que quiser.
        Por exemplo: CPU CLOCK 100,3Mhz x CPU RATIO 39.0 = 3900Mhz ou 3.9Ghz

        Dai você terá de ir incrementando voltagem no CPU Core Voltage: Aqui eu recomendo começar ao contrário, seta o clock em 3.9Ghz(Esse é um bom clock pro R5 1600) e começa com 1.4V,liga o PC e espera o boot, após o boot faz o teststress do AIDA64 por 1h. Se estiver ok, vai la e baixa de 1.4v pra 1.39 faz o test, e assim por diante até o sistema travar, quando travar vc volta pra voltagem anterior e põe o Prime95 no BLEND teste pra rodar por 1 noite(12h), passando desse teste do Prime dificilmente outra aplicação irá travar ele.

        Porém pra Ryzen, eu indico fortemente deixar stock e fazer OC da RAM, é muito mais efetivo e dá mais resultado.

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  3. Não consigo fazer minhas memórias gskill 3000mhz rodarem em mais de 2663, simplesmente dá crash mesmo em clocks altos. Tem como dar uma ajuda? Percebi estabilidade somente em 2400mhz

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  4. Review incrível! Cobriu todos os detalhes possíveis desa placa (imagino que deve ter te tomado bastante tempo). Ela está nesse momento em promoção na Terabyte e divulguei o link desse artigo no Pelando. Eu possui uma Asus A320 MK/BR + R5 2600 e estava pensando em comprar essa placa para overclock, mas ainda estou na dúvida

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  5. Agradeço pelo review, cobriu bastante coisa e sanou algumas dúvidas. Se essa placa tivesse vindo com um heatsink maior no VRM e um desenho branco mais discreto e mais abstrato teria sido perfeito pra mim, mas honestamente pelos R$390 que paguei, tá valendo a pena. O que eu gosto dessa placa é que ela embarca o que é essencial e o que falta a gente resolve com uma ventoinha. Não se paga por recursos que não se usam e por marketing. A bios e a caixa e os manuais são bastante espartanos mas prefiro assim mesmo do que pagar R$100-200 a mais por firulagem. Agradecido

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  6. Excelente artigo cara. Parabéns!
    Estou com um boleto dessa placa por R$ 438,00 incluindo o valor do frete e também um boleto da MSI b450 PRO VDH por R$ 500,00 reais. Tô pendendo pra b450 por ser um chipset mais novo. O ruim é que quase não tem informações sobre ela na internet. Futuramente faz um review dela pra nós!

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  7. Gostaria de parabenizar-lo pela review, muitos detalhes técnicos, bem completa! Difícil encontrar material desta qualidade, principalmente em Português

    Estou com essa placa mãe há 1 mês, com um 1800x + 16gb crucial 2666mhz e consegui subir a 2933 sem mexer em nada dos timings, nem voltagem. O 1800x está sempre em 4.0ghz, com um leve offset na voltagem. Consegui chegar a 4.1ghz no mesmo porém a VRM começou a tostar rsrsrs. Acho que vou por uma ventoinha nela e tentar subir OC.

    Obrigado!

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  8. Excelente review. Cheguei até aqui através do site Adrenaline. Adquiri essa placa para utilizar com um Ryzen 7 1700. Acredito ter feito uma boa escolha quanto ao CxB, pois não pretendo fazer grandes overclocks, tanto de processador quanto de memória. Obrigado e um grande abraço…

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  9. Excelente review com detalhes muito elucidativos.
    Tenho ela em meu Computador e sou novato em overclock, principalmente de processador (meu modelo é R5 1400 e consegui manter ele nos 3.7Ghz a 1.3v), nessa placa só consegui fazer over pelo Ryzen Master e não pela bios que por onde pesquisei é o recomendado. Você fez over nela por onde? E na memória não tem a opção 2733mhz e meus módulos não vão além disso no perfil XMP, não me garanto ainda ir nos times e sub times para fazer ela ir em clocks mais altos.
    Obrigado.

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    1. Olá Romulo,

      Esses 95W se referem ao TDP (Thermal Design Power) que é uma medida de dissipação de calor do CPU que deve ser usada para o dimensionamento do sistema de refrigeração do CPU, portanto, isso não se trata do consumo de qualquer componente que seja.

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  10. Bom review amigo.
    Poderia me tirar uma dúvida? Na minha bios da B350GT3 não é possível alterar os timings. Existe alguma opção específica a ser alterada para que se possa mexer nos timings? Revirei a internet e não achei essa resposta…
    Obrigado.

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    1. Olá Vinícius,

      Para acessar os ajustes de timings, vá na aba “ONE” da UEFI (a mesma que tem os ajustes de tensão e o menu pra configurar o RGB) e dai na opção “DRAM Timing Configuration”.
      Se tiver problemas para achar isso, de uma olhada na ultima e depois na penultima screenshot da galeria de fotos da UEFI ali no review.

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  11. Boa noite, possuo uma biostar b350 gt5, existe alguma diferença nos componentes usados na versão gt5? ou é apenas uma “versão maior” da gt3 e eu posso considerar o artigo para a minha placa também? Se não for… tragam mais reviews das biostar, é algo que realmente ta faltando até em forum gringo.

    Ótimo artigo parabéns

    Curtido por 1 pessoa

    1. Olá xhbarbosa13,

      Eu nunca peguei a B350GT5 na mão para poder averiguar de perto, mas pelo que pesquisei aqui, a GT5 parece muito ser uma “versão maior” da GT5 e aparentemente ambas as placas compartilham boa parte do projeto.

      Evidentemente, não tenho como te dar certeza disso pois não disponho de uma GT5 aqui, porém, acredito que muita coisa do review da GT3 deve valer para a GT5 também, por exemplo, a bios “soviética” e talvez os resultados relativos ao VRM se o mesmo utilizar os mesmos componentes e dissipador igual aparenta ser o caso.

      Sobre testar mais placas da Biostar, creio que em breve devo ter novidades nesse sentido, aguarde! 🙂

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  12. Ótimo Review! Eu estava pesquisando sobre placas da Biostar pois pretendo comprar um kit Ryzen e abrir over nele e nas memorias e queria saber se daria certo,e ai achei o site pelo google mesmo. Não manjo muito de over, vai ser minha primeira real experiencia, e ainda mais com essa UEFI da Biostar rustica me deixou com um pouco de medo kk.
    Mas toda a explicação detalhada, o nível de review que você fez me deixaram mais tranquilizado, sei que vou apanhar um pouco pra setar as memorias, quero nada demais, só botar as Hyperx de 2400 para no maximo 2900 e deixar o R5 2400g no trubo com 3.9, e vamos que vamos kk

    Enfim, foi de grande ajuda. Parabéns!!

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  13. Primeiramente, parabéns e obrigado pelo review. Algumas dúvidas: 1. Há alguma diferença significativa entre essa GT3 e a GT5, além do tamanho? 2. A posição do slot M.2 na GT5 é melhor ou pior? 3. Entre a GT3 e a GTN, que você também fez review, qual tem melhor desempenho? 4. Sabe algo sobre a B450GT3? Se sim, ela vale os R$100 a mais em relação à B350? Obrigado!

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    1. Olá Leandro,
      1) Ao que consta não, o VRM deve ser idêntico, o dissipador utilizado idem e a UEFI deve seguir o mesmo padrão.
      2) É melhor pois não fica embaixo da VGA, portanto, elimina aquela chance de ter problemas com a temperatura do NVME quando usando GPU com recurso “zero-fan” em idle
      3) Com os mesmos ajustes, ambas rendem da mesma forma… A única coisa é que você pode tentar tirar um pouco mais com OC nas memórias com a GTN por conta dela conseguir atingir frequências maiores nas mesmas.
      4) Ela é bem parecida com a GT3, tem uma fase a menos no VRM do VDDSOC (o que parece não atrapalhar em nada) e o dissipador das fases do VDDCR parece ser diferente porém na prática os resultados obtidos são parecidos, o som da B450 é melhor (melhor codec, mais filtros e painel traseiro completo com os 6 jacks), o M.2 está melhor posicionado e algumas outras diferenças estéticas. Recomendo o review que o Peperaio fez dessa placa: https://www.youtube.com/watch?v=A1sKHS5TNQM

      Se vale R$100 a mais? Bom, ambas as placas são bem parecidas e a B450 é mais “refinada”, oferece som integrado e layout melhores, então se for possível investir esses R$100 a mais por isso, legal, porém, se orçamento já está no limite e a ideia for tirar de outro componente pra colocar na placa-mãe, ai iria de B350 mesmo.

      Curtido por 1 pessoa

  14. Bom dia. Vim dizer que comprei Essa placa mãe na terabyteshp por 389,90 + uns 23 reais de frete deu uns 411 reais , preço bem bacana peguei essa mobo na promo no dia! Pra montar meu setup gamer, vou por um Ryzen 5 2600x e combinar com uma GTX 1660TI da MSI GAMING X vai combinar os RGB da mobo com a placa de video. Fonte tenho uma corsair vs 650W, HD’S já tenho tbm e vou por um ssd de 500gb deixa sÓ cair mais o preço pra eu conseguir comprar com minhas condições. Esses testes você fez com o cooler box que vem nos processadores ? estou pensando em por um air cooler melhor mesmo que não esquente muito , mais moro perto de praia, então aqui faz muito sol, calor . e meu quarto não tem ar condicionado . outra duvida. eu comprei 1 pente de memoria ram ddr4 da crucial ballistix dew 8 gb 2666 mhz vou comprar mas uma pra fazer um dual channel de 16 gb ,e vou poder fazer over nelas para 3000mhz ???! cara que sensacional o blog vou seguir e ver varas reviwes sou Apaixonado por hardware!

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  15. Olá Thiago,

    Usei meu WC custom no CPU, conforme está descrito nas configurações utilizadas.
    Sobre as memórias, uns tempos atrás testei uma Ballistix 2666 AT e ela foi boa o suficiente pra chegar nos 3333MHz com estabilidade após os ajustes… Com um pouco de sorte você pega alguma revisão nova usando Micron E-Die, ai deve ir até mais longe. 🙂

    Link para o teste da memória: https://theoverclockingpage.com/2019/04/13/review-8gb-crucial-ballistix-sport-at-2666-cl16/

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  16. Olá, alguém faz ideia do que se trata o sensor Tempin 2 (hwinfo) ou Temperature 2 (hwmonitor)? Entrei em contato com a Biostar e pelo visto nem eles sabem do que se trata isso.

    Tentei colocar meu R7 1700 em 3.7ghz @1.25v e funcionou normal no Prime95, mas os sensores que eu citei acima bateram 85º, então relatei isso ao suporte da Biostar e perguntei se deveria me preocupar com isso, abaixo a resposta que obtive:

    “Dear customer.
    Thank you for your contact.
    According to your question, as previous message, we can not make sure this data was feedback from which sencor.
    If your system work properly, we recommend you can ignore this information.
    Hopefully the answer will help you.
    Have a nice day.”

    É meio difícil ignorar um sensor ultrapassando os 80ºc.

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    1. Apenas um complemento: Minha placa mãe é uma X370GT5 e a temperatura do processador fica em 66º com um MA610P e temperatura ambiente de 30º.

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